terça-feira, 18 de maio de 2010

O presente que ganhei


  

O reino dos céus é semelhante ao pai de família que dá a cada um dos três filhos um automóvel top de linha. Ao primeiro uma BMW, ao segundo uma Ferrari e ao terceiro um Audi. Com as recomendações de cuidar e obedecer o que manda o manual do fabricante.

O primeiro filho ciente de ser um excelente motorista prova ao máximo a potência do carro, aventureiro põe o carrão para participar de Rallys nas montanhas, na terra e na lama. Vida cheia e agitada seu carro acompanha o frenesi do seu dia-a-adia.

O segundo filho, mais comedido, com vida menos agitada exige um pouco menos do carrão, mas mesmo assim, não segue os regulamentos do manual do fabricante. Deu uma lida rapidamente e esqueceu-o no fundo de um baú qualquer.

O terceiro filho, cioso dos estragos que os dois primeiros filhos fazem de seus carrões, ler com atenção o manual e o segue fielmente, levando o carro para as revisões periódicas na concessionária, usando o combustível indicado, mantem-no sempre limpo, cumpre as leis de trânsito, enfim, cuida bem do presente que seu pai lhe deu com muito carinho e dentro dos limites exigidos pelo fabricante.

No final dos tempos, os dois primeiros filhos apresentam-se diante do pai e com tristeza entregam-lhe de volta os presentes recebidos, já não são mais aqueles carrões top de linha, são sucatas, perda total, só prestam para o ferro velho. Pedem perdão por não ter cuidado melhor dos seus dons, dados graciosamente pelo pai.

O pai aceita os pedidos de perdão, pega o que restou dos carrões e entrega aos mecânicos de sua oficina, para aproveitar ao máximo o que restou daquelas sucatas.

Nisto chega o terceiro filho, pede perdão por ter chegado atrasado à reunião final, pois tinha acabado de retirar o carro da concessionária, para a última revisão e os empregados perderam um pouco mais de tempo fazendo a última limpeza no seu carro, para entregá-lo ao pai, próximo de como o recebeu.

O pai entrega também o carro do terceiro filho aos mecânicos de sua empresa, com a mesma recomendação de aproveitar ao máximo as condições existentes naquele carro.

Depois de um tempo o pai chama os três filhos e, ao primeiro entrega um fusquinha, bicombustível, 1.0, novinho em folha. O primeiro filho beija o pai, agradece-o pelo presente, pois não o merecia e feliz, pois enxerga nele o retrato do seu coração, promete ao pai cuidar melhor do seu carrinho.

Ao segundo filho o pai entrega um carro esportivo, bicombustível, top de linha, motor 2.0, novinho em folha. O segundo filho beija o pai, agradece-o pelo presente, pois não o merecia e feliz, pois enxerga nele o retrato do seu coração, promete ao pai cuidar melhor do seu carro.

Por último o pai entrega ao terceiro filho seu carrão, um Audi, top de linha, novinho em folha. O terceiro filho beija o pai, agradece-o pelo presente, pois não o merecia e feliz, pois enxerga nele o retrato do seu coração, promete ao pai continuar cuidando bem do presente que ganhou.

Os três filhos reúnem-se e ver a diferença dos presentes que ganharam do pai e perguntam a ele qual o motivo. O pai responde: Filhos queridos os carros representam o caráter de cada um de vocês e o que vocês fizeram com ele nas jornadas de suas vidas, não fiz nenhum milagre, devolvi a vocês o melhor que pude aproveitar do que vocês me entregaram. Agora, entrem na posse do reino, que é de vocês.


Autor: Rosival Muniz de Albuquerque






“Todo pecado, toda ação injusta, toda transgressão da lei de Deus influi com força mil vezes maior sobre o praticante do que sobre a vítima. Toda vez que se abusa ou se faz mau uso de uma das gloriosas faculdades com que Deus enriqueceu o homem, essa faculdade perde para sempre uma parte de seu vigor e nunca mais será como era antes de sofrer o abuso. Todo abuso infligido a nossa natureza moral nesta vida é sentido não só no tempo presente, mas também na eternidade. Embora Deus perdoe o pecador, a eternidade não ressarcirá a perda voluntária experimentada nesta vida.

“Ingressar na próxima vida futura destituídos de metade do poder que poderia ser levado para lá é um terrível pensamento. Os dias de graça perdidos aqui por não adquirir uma habilitação para o Céu constituem uma perda que jamais será recuperada. As capacidades de fruição serão menores na vida futura por causa dos maus-tratos e do abuso das faculdades morais nesta vida. Por mais alto que cheguemos na vida futura, poderíamos elevar-nos cada vez mais se houvéssemos aproveitado ao máximo os privilégios e as áureas oportunidades que nos foram conferidos por Deus para desenvolvermos nossas faculdades no tempo presente, nesta existência probatória.”

White E.W - Este Dia com Deus [Meditação Matinal, 1980], p. 348, CPB, Tatuí, SP




5 comentários:

  1. Vcs tem como divulgar o meu blog? é IASD-Recife mais n indentifico a cidade nem estado.

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  2. Parabéns pelo seu belo trabalho de evangelização. Deus te abençoe e proteja sempre.
    Paz e Bem!
    Frei Alvaci

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  3. Olá, vim te visitar e te oferecer um presente exclusivo, que estou oferecendo aos meus seguidores.
    Se, voce não encontrar a postagem, pegue o selo em selos pra voce, no lado esquerdo do toque.
    com carinho
    san

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  4. Feliz Dia do Amigo!

    Quem nos traz a palavra de salvação é mais que um amigo!

    Chris

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  5. Olá...vim, te visitar e te oferecer dois selinhos
    1 - selo comemorativo de + de 300 seguidores
    aproveito pra te agradecer por voce ter me proporcionado esta alegria
    2 - selo do dia dos pais
    com carinho
    san

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