segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Paz e felicidade





"E, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz." Filipenses 2:7, ౮



Temos diante de nós a maravilhosa possibilidade de ser semelhantes a Cristo: obedientes a todos os princípios da lei de Deus. Porém, por nós mesmos, somos completamente impotentes para alcançar esse estado. Tudo que existe de bom no homem vem por meio de Cristo. A santidade que a Palavra de Deus declara que precisamos ter antes que possamos ser salvos é resultado da atuação da graça divina, ao nos prostrarmos em submissão à disciplina e à moderadora influência do Espírito de verdade.
A obediência do ser humano só pode ser aperfeiçoada pelo incenso da justiça de Cristo, que enche de divina fragrância cada ato de verdadeira obediência. A parte do cristão é perseverar em vencer cada uma das faltas. Deve orar constantemente ao Salvador que cure as perturbações de seu coração. Ele não possui a sabedoria e força sem as quais não pode vencer. Elas pertencem ao Senhor, e Ele as concede àqueles que, humildes e contritos, buscam Seu auxílio.
A razão pela qual muitos que uma vez conheceram e amaram o Salvador estão agora em trevas, vagando longe dEle, é que em presunção e auto-suficiência seguiram as próprias inclinações. Não andaram nos caminhos do Senhor – o único caminho de paz e felicidade. Pela desobediência se excluíram de receber as bênçãos de Deus, quando pela obediência poderiam ter avançado em Sua força.
A enorme evidência dada por Deus, de que Ele deseja a salvação de todos, será a condenação dos que recusam o dom do Céu. No último e grande dia, quando todos serão recompensados ou punidos de acordo com a obediência ou desobediência, a cruz do Calvário aparecerá nitidamente aos que estão perante o Juiz de toda a Terra, para receber a sentença para a eternidade. Eles foram habilitados a compreender algo do amor que Deus manifestou pelos seres humanos caídos. Vêem o quanto Ele foi desonrado pelos que continuaram em transgressão, preferindo ficar ao lado de Satanás, e mostrando desprezo para com a lei de Deus. Eles verão que a obediência a essa lei lhes teria trazido vida, saúde, prosperidade e eterno bem (RH, 15/3/1906).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Famílias que Glorificam a Cristo



Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. Provérbios 22:6

Deve-se ensinar às crianças que elas são parte de um lar sólido. Elas são alimentadas, vestidas, amadas e cuidadas; e precisam responder a esses muitos favores trazendo toda a felicidade possível à família da qual são membros. Assim se tornam filhos de Deus, missionários no círculo do lar.

Se os pais negligenciarem a educação de seus filhos, estão privando-os do que é necessário para o desenvolvimento simétrico e completo do caráter, que seria a maior bênção para eles em toda a vida. Quando se permite que as crianças sigam seus próprios caminhos, elas recebem a idéia de que seus desejos e vontades devem ser satisfeitos. Educadas deste modo, elas levam a toda a sua experiência religiosa as deficiências da educação do lar.

Deus deseja que nossas famílias sejam símbolos da família do Céu. Que os pais e filhos conservem em mente este fato cada dia, mantendo entre si relações de membros da família de Deus. Então sua vida será de tal natureza que dará ao mundo uma lição objetiva do que podem ser famílias que amam a Deus e guardam os Seus mandamentos. Cristo será glorificado; Sua paz, graça e amor impregnarão o círculo da família como um precioso perfume. A vida dos filhos de missionários cristãos será uma linda oferta a Deus. Isso alegrará o coração de Jesus, e será considerada por Ele como a mais preciosa oferta que pode receber.

Que o Senhor Jesus Cristo seja adorado em cada família. Se os pais derem aos filhos a devida educação, eles mesmos ficarão felizes ao ver os frutos da cuidadosa instrução expressos num caráter semelhante ao de Cristo. Estão fazendo para Deus a mais sublime obra ao apresentar ao mundo famílias bem ordenadas e disciplinadas, famílias que não apenas temem ao Senhor, mas que O honram e O glorificam pela influência que exercem sobre outras famílias; e receberão o galardão (RH, 17/11/1896 por Ellen White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A Recompensa da Obediência



Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Colossenses 3:20

Filhos que desonram e desobedecem aos pais, e não levam em conta seus conselhos e instruções, não podem ter parte na Terra renovada. A Terra purificada não será lugar para o filho ou filha rebelde, desobediente, ingrato. A menos que aprendam obediência e submissão aqui, jamais a aprenderão; a paz dos redimidos não será perturbada por filhos desobedientes, indisciplinados, insubmissos. Nenhum transgressor do mandamento pode herdar o reino do Céu. [...]

O que os jovens tiverem que fazer, mediante palavras ou ações, deve ser feito em nome de Jesus, dando graças a Deus, o Pai, por Ele. Vi que poucos jovens compreendem o que é ser cristãos, ser semelhantes a Cristo. Precisam aprender as verdades da Palavra de Deus antes de poderem conformar sua vida com o Modelo. Não há um jovem entre vinte que tenha experimentado em sua vida aquela separação do mundo que o Senhor exige de todos os que se tornam membros de Sua família, filhos do Rei celestial. “Portanto, ‘saiam do meio deles e separem-se’, diz o Senhor. ‘Não toquem em coisas impuras, e Eu os receberei; e lhes serei Pai, e vocês serão Meu filhos e Minhas filhas’, diz o Senhor Todo-poderoso” (2Co 6:17, 18, NVI).

Que promessa é feita aqui sob condição de obediência! Estão vocês dispostos a libertar-se de amigos e parentes ao decidirem obedecer às elevadas verdades da Palavra de Deus? Sejam corajosos, Deus fez provisão para vocês. Seus braços estão abertos para recebê-los. Saiam do meio deles e separem-se, não toquem “em coisas impuras” (2Co 6:17), e Ele os receberá. Ele promete ser um Pai para vocês. Oh, que parentesco esse! Mais elevado e santo do que qualquer laço terrestre. Se fizerem o sacrifício, se for preciso deixar pai, mãe, irmãs, irmãos, esposa e filhos por amor a Cristo, vocês não ficarão sem amigos. Deus os adotará em Sua família; vocês se tornarão membros da casa real, filhos e filhas do Rei que governa no Céu dos céus. Podem vocês desejar posição maior do que essa promessa? Isso não é suficiente? (T1, p. 497, 498, 510). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Lei de Deus e a Felicidade



Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o Seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado. Romanos 8:3

A felicidade do homem precisa ser sempre salvaguardada pela lei de Deus. Somente na obediência podem eles achar a verdadeira felicidade. A lei é a cerca que Deus pôs em torno de Sua vinha. Os que lhe obedecem, são por ela protegidos do mal. Em transgressão, Adão se tornou uma lei para si mesmo. Pela desobediência trouxe sobre si a escravidão. Assim, um elemento discordante, nascido do egoísmo, atingiu os seres humanos. A vontade deles e a vontade de Deus já não mais se harmonizavam. Adão tinha se unido às forças desleais, e a vontade própria entrou em campo.

Através de Cristo o verdadeiro padrão é apresentado. Ele possibilitou que a humanidade pudesse mais uma vez se unir a Deus. Ele veio assumir a sentença de morte pelo transgressor. Nenhum preceito da lei podia ser alterado para receber o homem e a mulher em sua condição caída; por essa razão Cristo deu a Sua vida em favor deles, para sofrer em seu lugar a penalidade da desobediência. Essa foi à única maneira de salvar a humanidade, a única maneira pela qual poderia ser demonstrado que é possível guardar a lei. Cristo veio à Terra e se colocou na mesma posição em que Adão estava, vencendo onde Adão falhou. Ele se fez para nós sabedoria, justiça, santificação e redenção. [...]

Antes da fundação do mundo, Cristo prometeu que daria Sua vida como resgate se o homem e a mulher se desviassem de sua lealdade a Deus. Ele revelou Seu amor humilhando a Si mesmo, deixando o Céu para viver entre os seres humanos caídos, desordenados e sem lei. Por si mesmos não poderiam lutar contra o inimigo. Cristo oferece a Si mesmo, e a tudo o que tem – Sua glória, Seu caráter – para servir àqueles que retornam à lealdade e guardam a lei de Deus. Essa é a única esperança para eles. Cristo diz definitivamente: Eu não vim para destruir a lei. Ela é um transcrito do caráter de Deus. Eu vim para cumprir todas as suas especificações. Vim para vindicá-la ao viver a natureza humana, dando exemplo de perfeita obediência (ST, 13/6/1900 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O Modelo de Obediência



Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Romanos 6:16

Adão não parou para pensar no resultado de sua desobediência. [...] Com a visão posterior que somos privilegiados de ter, podemos ver o que significa desobedecer aos mandamentos de Deus. Adão cedeu à tentação, e como temos a questão do pecado e suas conseqüências tão claramente exposta, podemos partir da causa para o efeito e ver que a importância do ato não é o que constitui pecado, e sim a desobediência à expressa vontade de Deus, que é uma negação virtual de Deus, rejeitando as leis de Seu governo.

A felicidade do homem está em sua obediência às leis de Deus. Ao obedecer-lhes, é como se ele fosse circundado por uma cerca e protegido do mal. Nenhum homem pode ser feliz ao abandonar os requisitos específicos de Deus e estabelecer critérios próprios que ele acha que pode com segurança. Se fosse assim, haveria uma variedade de critérios a serem ajustados às diferentes mentalidades, o controle seria arrebatado das mãos de Deus, e os seres humanos assumiriam o governo. A lei do egoísmo seria enaltecida, a vontade do homem se tornaria suprema, e quando a elevada e santa vontade de Deus fosse apresentada a fim de ser obedecida, respeitada e honrada, a vontade humana desejaria seguir as suas próprias inclinações, e haveria conflito entre o instrumento humano e o divino.

A queda de nossos primeiros pais quebrou a cadeia dourada de implícita obediência da vontade humana à divina. A obediência não mais é considerada uma necessidade absoluta. Os instrumentos humanos seguem suas próprias invenções, as quais o Senhor disse que eram continuamente más, ao Se referir aos habitantes do mundo antigo. O Senhor Jesus declara: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai” (Jo 15:10). Como? Como homem. Eis que venho para fazer a Tua vontade, ó Deus. Às acusações dos judeus Ele respondeu com o Seu caráter puro, virtuoso e santo, e os desafiou dizendo: “Quem dentre vós Me convence de pecado?” (Jo 8:46). [...]

O Filho unigênito do infinito Deus, através de Suas palavras e de Seu exemplo prático, deixou-nos um modelo simples, que devemos imitar. Por Suas palavras Ele nos ensinou a obedecer a Deus, e por experiência própria nos mostra como podemos obedecer-Lhe (RC, p. 48, 332 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Obediência Através da Graça



Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Efésios 2:8

Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo, bem como da alma.

Os homens precisam saber que só podem fruir as bênçãos da obediência, em sua plenitude, à medida que receberem a graça de Cristo. É Sua graça que dá ao homem poder para obedecer às leis de Deus. É isso que o habilita a quebrar as cadeias do mau hábito. Esse é o único poder que pode colocá-lo e conservá-lo firme no caminho do direito.

Quando o evangelho é recebido em sua pureza e poder é uma cura para as doenças originadas pelo pecado. O Sol da Justiça Se ergue “trazendo salvação nas Suas asas” (Ml 4:2). Todos os recursos do mundo não podem curar um coração quebrantado, nem comunicar paz de espírito, nem remover o cuidado, nem banir a enfermidade. A fama, o intelecto, o talento – são todos impotentes para alegrar um coração dolorido ou restaurar uma vida arruinada. A vida de Deus na alma, eis a única esperança do homem.

O amor difundido por Cristo por todo o ser é um poder vitalizante. Esse amor toca todo órgão vital – cérebro, coração, nervos – transmitindo cura. [...] Implanta na alma uma alegria que coisa alguma terrestre pode destruir – a alegria no Espírito Santo – alegria que comunica saúde e vida. [...]

Embora o pecado tenha intensificado seu domínio sobre a raça humana, durante séculos, ainda que por meio de mentiras e artifícios Satanás tenha lançado a sombra de sua interpretação sobre a Palavra de Deus, e feito os homens duvidarem de Sua bondade, a misericórdia e amor do Pai não têm cessado de fluir em abundantes torrentes para a Terra. Se os seres humanos abrissem as janelas da alma em direção ao Céu, apreciando as divinas dádivas, por elas penetraria uma onda de restauradora virtude (CBV, p. 114-116). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



domingo, 8 de fevereiro de 2009

O Exemplo de Cristo



Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. Romanos 5:19

[As Escrituras contam] a história muito importante que cada ser humano deve conhecer. De um lado é apresentada a desobediência de Adão, com suas conseqüências; de outro lado, a obediência de Cristo. O jardim do Éden foi desonrado pela desobediência de Adão; mas como por aquela única desobediência muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de Um só, muitos se tornarão justos.

O mundo foi honrado com a presença de um Homem que foi total e completamente obediente – Aquele que não apenas acreditou nos requisitos da lei de Deus e os ensinou, mas viveu a lei. Toda a sua vida foi uma representação dos seus santos princípios. Sua obediência foi manifestada na horrível agonia que suportou no jardim do Getsêmani; e através de Seu sofrimento Ele trouxe perdão ao desobediente.

Quando Cristo deu aos discípulos as condições da salvação, disse: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-Me” (Lc 9:23). Negar a si mesmo e tomar a cruz está diretamente no caminho de todo aquele que seguir a Jesus. Nosso avanço para o Céu encontrará oposição a cada passo, pois Satanás virá de muitas maneiras para desencaminhar, enganar, e cobrir o pecado com aparência do bem. [...]

Insisto que vocês [...] considerem cuidadosamente a abnegação e o sacrifício que Cristo suportou em seu favor, para que, se assim escolherem, possam encontrar nesta vida a felicidade e paz que só Ele pode dar, e mais tarde a eterna bem-aventurança. Então, não querem vocês se tornar missionários por Cristo? Não estão desejosos de negar a si mesmos por Sua causa, para refletirem sobre o modo como podem servir Àquele que tanto nos serviu ao nos redimir do poder do pecado e de Satanás? Quando na terra, Cristo disse de Si mesmo: “Pois, no meio de vós, Eu sou como quem serve” (Lc 22:27). Ele não se esforçou para obter a mais alta posição; pois era manso e humilde de coração. Ele nos convida a aprender dEle, a tomar o Seu jugo – o jugo da obediência a cada preceito de Jeová (YI, 1º/4/1897 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



Promessa de Obediência



E tomou o Livro da Aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o Senhor faremos e obedeceremos. Êxodo 24:7

Agora tudo estava pronto para a ratificação da aliança, de acordo com as instruções de Deus [citado em Êx 24:4-8].

Aqui o povo recebeu as condições da aliança. Assumiram um compromisso solene com Deus, simbolizando a aliança feita entre Ele e todos os que crêem em Jesus Cristo. As condições foram claramente colocadas diante do povo. Não ficaram sujeitos a erros de interpretação. Quando lhes foi solicitado que decidissem se concordariam com todas as condições dadas, unanimemente consentiram em obedecer a cada obrigação. Eles já tinham consentido em obedecer aos mandamentos de Deus. Os princípios da lei foram agora detalhados, para que soubessem o quanto estava envolvido em comprometer-se a obedecer à lei; e eles aceitaram as particularidades da lei especificamente definidas.

Se os israelitas tivessem obedecido aos requerimentos de Deus, teriam sido cristãos praticantes. Teriam sido felizes, pois estariam andando nos caminhos de Deus, não seguindo as inclinações naturais do próprio coração. Moisés não deixou que interpretassem erroneamente as palavras do Senhor ou empregassem mal Seus requerimentos. Ele escreveu todas as palavras do Senhor em um livro, ao qual poderiam recorrer mais tarde. No monte, escreveu como o próprio havia ditado.

Corajosamente, os israelitas pronunciaram as palavras, prometendo obediência ao Senhor, após terem ouvido Sua aliança lida na congregação do povo. Disseram: “Tudo o que falou o Senhor faremos e obedeceremos” (Êx 24:7). Então o povo foi separado e selado para Deus. Um sacrifício foi oferecido ao Senhor. Uma parte do sangue do sacrifício foi aspergida sobre o altar. Isso significava que o povo tinha se consagrado – corpo, mente e espírito – a Deus. Uma porção foi aspergida sobre o povo. Isso significava que através do sangue de Cristo, Deus os aceitou graciosamente como Seu tesouro especial. E assim os israelitas assumiram uma aliança solene com Deus (MR1, p. 114, 115 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Obediência por Princípio



Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. 2 Pedro 1:10

A vida eterna vale tudo o que somos e possuímos, e Jesus disse: “Qualquer de vós que não renunciar a tudo o que possui não pode ser Meu discípulo” (Lc 14:33, NVI). Aquele que nada faz, esperando ser coagido por algum poder sobrenatural, continuará esperando imerso em apatia e trevas. Deus deu Sua Palavra. Ele fala a nossa alma em linguagem inconfundível. Não basta a palavra de Sua boca para mostrar qual é o nosso dever e nos incentivar a cumpri-lo?

Os que examinam humilde e devotamente as Escrituras para conhecer e fazer a vontade de Deus, não ficarão em dúvidas quanto a suas obrigações para com Ele. Porque “se alguém quiser fazer a vontade dEle, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo” (Jo 7:17). Se querem conhecer o mistério da piedade, vocês devem seguir a singela palavra da verdade, quer haja ou não sentimentos ou emoções. A obediência deve provir de um sentimento de princípios, e em todas as circunstâncias deve-se fazer o que é correto. Este é o caráter escolhido por Deus para salvação.

A prova da autenticidade do cristão é dada na Palavra de Deus. Disse Jesus: “Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos” (Jo 14:15). “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, este é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado por Meu Pai, e Eu o amarei e Me manifestarei a ele. [...] Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra, e Meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não Me ama não guarda as Minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é Minha, mas do Pai que Me enviou” (Jo 14:21, 23, 24).

Eis aí as condições de acordo com as quais cada um será escolhido para a vida eterna. Nossa obediência aos mandamentos de Deus evidenciará nosso direito a uma herança com os santos na luz. Deus estabeleceu um padrão de caráter, e a todo aquele que, pela graça de Cristo, alcance a norma por Ele requerida, será amplamente suprida a entrada no reino de glória (FEC, p. 125, 126 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html

Podemos Obedecer



E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que Ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu. 1 João 3:24

“Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado por Meu Pai, e Eu também o amarei e Me manifestarei a ele” (Jo 14:21).

“Aquele que tem os Meus mandamentos” significa aquele que sabe o que constitui os mandamentos de Deus, e não os desobedece, apesar de parecer uma vantagem fazê-lo. [...] Se não fosse possível guardar os mandamentos de Deus, nós todos estaríamos perdidos. [...]

Existem apenas duas classes em nosso mundo, os obedientes e os desobedientes, os santos e os ímpios. Quando as nossas transgressões foram depositadas sobre Jesus, Ele foi contado entre os ímpios por causa dos pecadores. Ele se tornou o nosso substituto, nosso fiador, perante o Pai e todos os anjos celestes. Pela atribuição dos pecados do mundo a Jesus, Ele se tornou pecador em nosso lugar e a maldição dos nossos pecados caiu sobre Ele. Isso nos leva a contemplar a vida de humilhação de Cristo e Sua morte agonizante; pois Ele foi tratado como o pecador merece ser tratado. Ele veio ao nosso mundo, revestindo Sua divindade com a humanidade, suportando o teste e a provação de Deus. Por Seu exemplo de perfeita obediência em Sua natureza humana, Ele nos ensina que podemos ser obedientes.

E o apóstolo escreve: “Graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor. Visto como, pelo Seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as Suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo.” [1Pe: 2-4] É claramente revelado aqui que todo aquele que crê em Jesus Cristo se torna participante da natureza divina. Deixemos a divindade e a humanidade cooperar, e o ser humano caído poderá ser mais que vencedor em Cristo Jesus (ST, 24/4/1893). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



Autoridade Suprema



Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. 1 Samuel 15:22

A Palavra de Deus deve ser obedecida sem questionamento; ela tem de ser a suprema autoridade em nossa vida. Saul se desviou do claro mandamento do Senhor, e procurou acalmar o peso da consciência persuadindo a si mesmo de que o Senhor aceitaria seu sacrifício e deixaria passar sua desobediência. Quando Samuel, o profeta, veio ao seu encontro, Saul agiu como se considerasse a si mesmo um homem justo, e exclamou: “Bendito sejas tu do Senhor; executei as palavras do Senhor” (1Sm 15:13).

Mas as inconfundíveis provas de sua desobediência eram tão evidentes que sua afirmação de obediência era de pouco valor. “Então, disse Samuel: Que balido, pois, de ovelhas é este nos meus ouvidos e o mugido de bois que ouço? Respondeu Saul: De Amaleque os trouxeram; porque o povo poupou o melhor das ovelhas e dos bois, para os sacrificar ao Senhor, teu Deus. [...] Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, Ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (1Sm 15:14, 15, 22, 23). [...]

A Palavra de Deus deve ser autoridade suprema. O Senhor disse: “Não violarei a Minha aliança, nem modificarei o que os Meus lábios proferiram” (Sl 89:34). Deus não pode mudar um só ponto de Sua lei sem deixar de ser supremo. As pessoas não podem torcer a lei de Deus para a acomodarem às suas idéias, e, ao deixar de harmonizar sua vida com ela, quebram seus mandamentos e violam seus preceitos. O mundo aprenderá tarde demais que não pode julgar a Palavra de Deus, mas que ela o julgará. Melhor seria que todos considerassem quão tolo e quão perverso é argumentar com Deus! Melhor seria, que cessassem de opor sua vontade à vontade do Infinito! Os que se opõem a Deus ainda aprenderão que ao fazerem isso terão abandonado o único caminho que leva à santidade, à felicidade e ao Céu (ST, 9/1/1896 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



A Promessa da Redenção



Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15

Ao ver a queda de uma flor e de uma folha, Adão e sua companheira testemunharam os primeiros sinais da decadência. De maneira clara, perceberam a cruel realidade de que todas as criaturas vivas deveriam morrer. Mesmo o ar, de que dependia a sua vida, continha as sementes da morte.

Continuamente se lembravam também de seu domínio perdido. Entre os seres inferiores, Adão se achara como rei, e enquanto permaneceu fiel a Deus, toda a natureza reconheceu o seu governo; mas, após a transgressão, foi despojado desse domínio. O espírito de rebelião a que ele próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida humana, mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar que ele respirava, tudo apresentava a triste lição do conhecimento do mal.

Entretanto o homem não ficou abandonado aos resultados do mal que havia escolhido. Na sentença pronunciada sobre Satanás, ficou notificado que haveria redenção. “Porei inimizade entre você e a mulher”, disse Deus, “e entre a sua descendência a o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3:15). Esta sentença proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, era uma promessa. Antes de ouvirem acerca dos espinhos e cardos, de trabalhos e tristezas que deveriam ser o seu quinhão, ou do pó a que deveriam voltar, ouviram palavras que não poderiam deixar de lhes dar esperança. Tudo que se havia perdido, rendendo-se a Satanás, poderia ser recuperado por meio de Cristo.

O mesmo nos é sugerido também pela natureza. Apesar de maculada pelo pecado, ela fala não somente da criação, mas também da redenção. Embora a terra seja testemunha da maldição, com sinais evidentes de decadência, é ainda rica e bela nos indícios de um poder que confere vida. [...]

Onde quer que o mal tenha chegado, pode-se ouvir a voz de nosso Pai ordenando a Seus filhos que vejam nos seus resultados a natureza do pecado, admoestando-os a abandonar a maldade e convidando-os a receber o bem (Ed, p. 26, 27 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O Resultado da Desobediência



Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal. Gênesis 3:5, NVI

Quando Eva viu “que aquela árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o [...] (Gn 3:6). Era agradável ao paladar e, enquanto comia, pareceu-lhe sentir um poder vivificador, imaginou-se entrando em uma condição superior de existência. Havendo já transgredido, tornou-se uma tentadora para seu marido, e “ele comeu também” (Gn 3:6).

“Seus olhos se abrirão”, disse o inimigo, “e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e o mal” (Gn 3:5). Seus olhos se abriram mesmo, mas como foi triste! O conhecimento do mal, a maldição do pecado, foi tudo o que ganharam os transgressores. O fruto nada tinha propriamente de venenoso, e o pecado não consistiu meramente em ceder ao apetite. Foi a desconfiança da bondade de Deus, descrença em Sua palavra, e a rejeição de Sua autoridade que tornaram nossos primeiros pais transgressores, e que trouxeram a este mundo o conhecimento do mal. Foi isto que abriu a porta para todas as espécies de falsidades e erros.

O homem perdeu tudo porque preferiu ouvir o enganador em lugar dAquele que é a verdade, o único que possui entendimento. Pela mistura o mal com o bem, a mente humana se tornou confusa, e suas faculdades mentais e espirituais foram entorpecidas. Não mais poderia apreciar o bem que Deus tão livremente havia concedido.

Adão e Eva tinham escolhido a ciência do mal; e se em algum tempo recuperassem o lugar que haviam perdido, deveriam fazê-lo sob as condições desfavoráveis que tinham acarretado sobre si. Não deveriam mais habitar o Éden, pois em sua perfeição não lhes poderia ensinar as lições cuja aprendizagem agora era essencial. Com indizível tristeza, despediram-se daquele belo ambiente, e saíram para habitar a terra onde repousava a maldição do pecado. [...]

Onde antes se encontrava escrito apenas o caráter de Deus, o conhecimento do bem, agora se achava também escrito o caráter de Satanás, a ciência do mal. Pela natureza, que agora revelava o conhecimento do bem e do mal, devia o homem ser continuamente advertido quanto aos resultados do pecado (Ed, p. 25, 26). Extraído de:  http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



A Obediência de Jesus



Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos. 1 João 5:3

O Filho unigênito do Deus infinito deixou-nos, por Suas palavras e por Seu exemplo prático, um claro modelo que devemos imitar. Por Suas palavras, ensinou-nos a obedecer a Deus, e por Seu próprio exemplo mostrou-nos como podemos fazê-lo. Esta é precisamente a obra que Ele deseja que cada pessoa faça: obedecer a Deus inteligentemente, e por preceito e exemplo ensinar aos outros o que precisam fazer, de modo a serem obedientes filhos de Deus.

Jesus ajudou o mundo todo a obter um conhecimento inteligente de Sua missão e obra divinas. Ele veio para representar o caráter do Pai ao nosso mundo, e ao estudar a vida, as palavras e obras de Jesus Cristo, seremos auxiliados de todas as maneiras no aprendizado da obediência a Deus; ao imitar o exemplo que Ele nos deixou, seremos cartas vivas, conhecidas e lidas por todos os homens. Somos instrumentos humanos vivos para representar perante o mundo o caráter de Jesus Cristo. Ele deu não apenas regras explícitas, mostrando como podemos nos tornar filhos obedientes, mas também nos mostrou, através de Sua própria vida e caráter, como fazer as coisas que são corretas e aceitáveis diante de Deus, de modo a não haver desculpa para não fazermos as coisas que são agradáveis a Sua vista.

Devemos ser sempre agradecidos por Jesus ter provado a nós pela própria vida que podemos guardar os mandamentos de Deus, contradizendo a falsa afirmação de Satanás de que não podemos guardá-los. O grande Mestre veio ao mundo para estar à frente da humanidade, para assim elevá-la e santificá-la através da Sua santa obediência a todos os requerimentos de Deus, mostrando que é possível obedecer a todos os Seus mandamentos. Ele demonstrou que uma vida inteira de obediência é possível. Portanto, Ele dá pessoas ao mundo, assim como o Pai deu o Filho, para exemplificar em sua vida a vida de Cristo.

Cristo redimiu a vergonhosa queda e falha de Adão, e foi vencedor, testemunhando assim a todos os mundos não caídos e à humanidade caída que através do divino poder que o Céu Lhe concedeu, os seres humanos podem guardar os mandamentos de Deus. Jesus, o Filho de Deus, humilhou a Si mesmo por nós, suportou a tentação por nós, venceu em nosso favor, para nos mostrar como podemos vencer; com os mais íntimos vínculos, Ele uniu Seu interesse pela humanidade, e deu certeza real de que não seremos tentados acima do que podemos suportar, pois com a tentação Ele proverá um meio de escape (ST, 17/4/1893 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A Oração Conduz à Verdade



Se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por Mim mesmo. João 7:17

Antes de prosseguir para o Seu conflito final com os poderes das trevas, Jesus levantou os olhos ao Céu e orou por Seus discípulos. [...]

Sua preocupação era que aqueles que acreditaram nEle pudessem estar protegidos contra o mal deste mundo, e santificados pela verdade. Ele não nos deixa a vaguear supondo o que seja a verdade, mas acrescenta: “Tua palavra é a verdade”. A Palavra de Deus é o meio pelo qual a nossa santificação será realizada.

É de suma importância, então, que nos familiarizemos com as sagradas instruções da Bíblia. Compreender as palavras de vida é tão necessário para nós como foi para os discípulos serem informados sobre o plano da salvação. Seremos indesculpáveis se, por nossa própria negligência, formos ignorantes quanto às afirmações da Palavra de Deus. Ele nos deu a Sua Palavra, a revelação da Sua vontade, e prometeu o Espírito Santo àqueles que Lhe pedirem, para guiá-los em toda verdade. E todo ser que honestamente deseja fazer a vontade de Deus deve conhecer a doutrina. [...]

Desde o tempo em que o Filho de Deus enfrentou o altivo preconceito e a descrença da humanidade, não tem havido mudança na atitude do mundo com respeito à religião de Jesus. Os servos de Cristo terão que enfrentar o mesmo espírito de oposição e censura, e seguir em frente “sem partidários, suportando sua difamação”. [...]

Seu ensinamento [de Jesus] era simples, claro e compreensível. As verdades práticas que proferiu tinham um poder convincente, e captavam a atenção das pessoas. Multidões se demoravam ao Seu lado, maravilhadas com Sua sabedoria. Sua conduta correspondia às grandes verdades que proclamava. Não havia desculpa, hesitação, nem sombra alguma de dúvida ou incerteza de que pudesse ser diferente do que declarara. Ele falou do terrestre e do celestial, do humano e do divino, com autoridade inegável; e o povo “ficou abismado com Sua doutrina: pois Sua palavra tinha poder”. [...]

É de suma importância e interesse para nós que entendamos o que é a verdade, e nossas petições devem subir com intenso fervor para que possamos ser guiados a toda verdade (RH, 7/2/1888 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



Humildade de Coração



Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26

A oração é aceitável a Deus unicamente quando oferecida em humildade, contrição e em nome de Cristo. Aquele que ouve e responde às orações conhece os que oram em humildade de coração. Os verdadeiros cristãos não pedem coisa alguma exceto em nome de Cristo, e não esperam coisa alguma exceto através de Sua mediação. Desejam que Cristo tenha a glória de apresentar suas orações ao Pai, e desejam receber as bênçãos do Pai através de Cristo.

O Espírito de Deus tem muito a ver com a oração aceitável. Ele abranda o coração, ilumina a mente, capacitando-a a discernir seus próprios desejos; Ele acelera nossos desejos, causando-nos fome e sede de justiça; Ele intercede em favor do suplicante sincero. [...]

O ser humano precisa aproximar-se de Deus, compreendendo que necessita da ajuda que unicamente Ele pode conceder. É glória para Deus ser conhecido como Aquele que ouve orações porque o suplicante humano crê que Ele ouve e responde. [...]

A oração da fé é a chave que abre os tesouros do Céu. Ao entregar nosso ser a Deus, lembremo-nos de que Ele Se responsabiliza por ouvir e responder nossas súplicas. Convida-nos a ir a Ele, e nos concede suas melhores e mais seletas bênçãos – bênçãos que suprirão nossas maiores necessidades. Ele ama ajudar-nos. Confiemos em Sua sabedoria e poder. Oh, que fé teríamos! Oh, que paz e conforto desfrutaríamos! Abra seu coração ao Espírito de Deus. Então o Senhor atuará por meio de você e abençoará seus esforços. [...]

Não devemos nós humilhar-nos perante Deus em favor daqueles que aparentemente têm fraca vida espiritual? Não devemos nós ter um momento de oração reservado para eles? Não devemos nós orar todos os dias por aqueles que parecem estar mortos em transgressões e pecados? Ao suplicarmos a Deus que quebre os corações de pedra, nosso próprio coração se tornará mais sensível. Estaremos mais prontos a ver nosso próprio pecado (MR8, p. 195-197 por Ellen G. White).  Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html

À imagem de Jesus



Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo. Efésios 4:13

Jamais poderemos ver nosso Senhor em paz se nosso espírito não for puro. Precisamos possuir a perfeita imagem de Cristo. Todo pensamento tem de ser colocado em sujeição à vontade de Cristo. Segundo foi expresso pelo grande apóstolo, precisamos chegar “à medida da estatura da plenitude de Cristo”. Jamais atingiremos essa condição sem diligente esforço. Devemos batalhar diariamente contra o mal exterior e o pecado interior, se quisermos alcançar a perfeição do caráter cristão.

Aqueles que se empenham neste trabalho verão muito a ser corrigido em si mesmos, e dedicarão tanto tempo à oração e a comparar seu caráter com a grande norma de Deus, a lei divina, que não terão tempo para criticar ou bisbilhotar as falhas ou julgar o caráter dos outros. O senso de nossas próprias imperfeições deve levar-nos à humildade e sincera solicitude para que não percamos a vida eterna. Cada pessoa deve assimilar intimamente as palavras da inspiração: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.”

Se o professo povo de Deus se despisse de sua satisfação própria e de suas falsas idéias do que constitui ser cristão, muitos dos que agora pensam estar no caminho do Céu perceberiam estar no caminho da perdição. Muitos arrogantes professos [religiosos] tremeriam como uma folha na tempestade se seus olhos fossem abertos para ver o que verdadeiramente é a vida espiritual. Quem dera que aqueles que agora repousam em falsa segurança pudessem ser despertados para ver a contradição entre sua profissão de fé e sua conduta diária.

Para ser cristãos ativos, devemos ter uma conexão vital com Cristo. [...] Quando as afeições são santificadas, nossas obrigações para com Deus se tornam prioridade, tudo mais se torna secundário. Para ter um firme e sempre crescente amor a Deus, e uma percepção clara do Seu caráter e de seus atributos, devemos manter os olhos da fé constantemente fixados nEle. Cristo é a vida da alma. Precisamos estar nEle e Ele em nós, do contrário somos ramos sem vigor (RH, 30/5/1882 por Ellen G. White). Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html