segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aflições são bênçãos disfarçadas?


Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda O louvarei, a Ele, meu auxílio e Deus meu. Salmo 42:11

Temos aprendido no meio de sombrias providências que não é sábio seguir a própria vontade ou caminho, e não considerar e refletir sobre a fidelidade divina. Sinto que somos aqueles que podem compreender e simpatizar-se um com o outro. Estamos unidos pela graça de Jesus Cristo e nos laços de afinidades cristãs santificados pelas aflições. [...]

Aflições são freqüentemente misericórdias disfarçadas. Não sabemos o que seríamos sem elas. Quando Deus, em Sua misteriosa providência, impede todos os nossos acariciados planos, e recebemos tristeza no lugar de alegria, devemos nos curvar em submissão e dizer: “Seja feita a Tua vontade, ó Deus.” Precisamos alimentar uma calma e devota confiança nAquele que nos ama, e que deu Sua vida por nós. “O Senhor, durante o dia, me concede a Sua misericórdia, e à noite comigo está o Seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida. Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?” [...]

O Senhor considera nossas aflições. Graciosa e distintamente, Ele as limita e as distribui. Como um refinador de prata, Ele nos observa a cada momento até que a purificação seja completa. A fornalha serve para purificar e refinar, não para destruir e consumir. Ele motivará aqueles que colocam sua confiança nEle a cantarem das misericórdias no meio de juízos. Ele está observando para conceder, quando mais for necessário, novas e frescas bênçãos, força no momento de fraqueza, auxílio na hora de perigo, amigos na hora de solidão, simpatia, humana e divina, na hora de tristeza.

Estamos caminhando rumo à pátria. Ele, que nos ama tanto a ponto de morrer por nós, construiu-nos uma cidade. A Nova Jerusalém é nosso lugar de descanso. Não haverá tristeza na Cidade de Deus. Nenhum vestígio de tristeza. Nenhum lamento de esperanças frustradas será novamente ouvido (FD, p. 223, 224).


Autora: Ellen G. White


Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html

17/11


Nenhum comentário:

Postar um comentário