quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Adoração em família



Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Mateus 7:24


Tenham em mente os membros de cada família que estão intimamente ligados aos Céus. O Senhor tem especial interesse nas famílias de Seus filhos aqui. Os anjos oferecem a fumaça de fragrante incenso pelos santos que oram. Então, em cada família ascendam ao Céu orações tanto de manhã como na hora fresca do pôr-do-sol em nosso favor, apresentando diante de Deus os méritos do Salvador. De manhã e à tarde, o universo celestial toma nota de cada família que ora.

Antes de sair de casa para o trabalho, toda a família deve ser reunida, e o pai, ou a mãe na ausência dele, deve rogar fervorosamente a Deus que os guarde durante o dia. [...]

Em cada família deve haver um tempo determinado para os cultos matutino e vespertino. Quão apropriado é reunirem os pais em redor de si aos filhos, antes de quebrar o jejum, agradecer ao Pai celestial Sua proteção durante a noite e pedir-Lhe auxílio, guia e proteção para o dia! Quão adequado, também, em chegando a noite, é reunirem-se uma vez mais em Sua presença, pais e filhos, para agradecer as bênçãos do dia findo!

O culto familiar não deve ser governado pelas circunstâncias. Não devem orar ocasionalmente e, quando têm um grande dia de trabalho à sua frente, negligenciar a oração. Assim fazendo, levam os filhos a considerar a oração sem importância especial. Muito significa a oração para os filhos de Deus, e as ofertas de gratidão devem ascender diante de Deus de manhã e à tarde. [...]

Em nossos esforços pelo conforto e felicidade dos hóspedes, não esqueçamos nossas obrigações para com Deus. A hora de oração não deve ser negligenciada por consideração nenhuma. Não conversem nem se divirtam até que fiquem demasiado cansados para fruir o período de devoção. Fazer isso é apresentar a Deus uma oferta defeituosa. Cedo ainda ao anoitecer, quando podemos orar, sem atropelamento e de maneira inteligente, devemos apresentar nossas súplicas, erguendo a voz em feliz e grato louvor (OC, p. 519-521).


Autora: Ellen G. White


05/11


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