segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Todo cristão é um missionário



Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Atos 4:32


O mundo carece de missionários, consagrados missionários no país natal, e não será nos livros do Céu registrado como cristão ninguém que não tenha espírito missionário. Nada, porém, faremos sem energia santificada. Tão logo o espírito missionário é perdido do coração, e o zelo pela causa de Deus começa a declinar, o peso dos nossos testemunhos e planos é um clamor à prudência e economia, e verdadeira apostasia começa na obra missionária.


Em vez de diminuir a obra, que os concílios sejam conduzidos de modo que crescentes propósitos sejam manifestos para levar adiante a grande obra de advertência ao mundo, mesmo que custe abnegação e sacrifício. Se cada membro da igreja estivesse constantemente impressionado com o pensamento: Não pertenço a mim mesmo, mas fui comprado por um preço, todos sentiriam que estão debaixo da mais sagrada obrigação de aperfeiçoar cada habilidade concedida por Deus, para duplicar sua utilidade ano após ano e não ter desculpas pela negligência espiritual. Então não haveria falta de simpatia com o Mestre na grande obra da salvação de pessoas.


Quem dentre nós, com percepção espiritual, pode discernir o agitado conflito que está ocorrendo no mundo entre as forças do bem e do mal? Você compreende a natureza da grande controvérsia entre Cristo, o Príncipe da vida, e Satanás, o príncipe das trevas? Será que para você o conflito parece ser o mesmo que é para os agentes celestiais?


Ah, se todos que professam ser seguidores de Cristo estivessem realmente vivendo como condutos de luz para o mundo, imbuídos pelo Espírito de Deus, com coração transbordante da mensagem do evangelho, com a própria face radiante de devoção a Deus e amor ao próximo, que tamanha obra poderia ser realizada em tão curto tempo! Os mensageiros da verdade não falariam com hesitação nem incerteza, mas com destemor e confiança. Suas palavras e o próprio tom de sua voz imprimiriam convicção ao coração dos ouvintes (RH, 23/8/1892).


Autora: Ellen G. White



26/09


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