domingo, 11 de outubro de 2009

Sendo conduzido por Deus



Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, [...] outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Mateus 13:3, 4, 8, 9


Depois de concluída a reunião [um culto na reunião campal de Michigan], uma irmã me tomou cordialmente pela mão, manifestando grande alegria por haver encontrado novamente a irmã White. Indagou se eu não me lembrava de haver feito uma visita em uma casa de toras de madeira, na floresta, vinte e dois anos antes. Ela nos oferecera lanche, e eu havia deixado com eles um livrinho intitulado Experience and Views.


Ela declarou haver emprestado aquele livro aos vizinhos, ao se estabelecerem novas famílias ao seu redor, até que o mesmo já se achava todo gasto; manifestou grande desejo de obter outro exemplar do livrinho. Os vizinhos se interessavam profundamente nele, e desejavam ver a autora. Ela disse que, quando eu a visitara, falara de Jesus e das belezas do Céu, e que as palavras haviam sido proferidas com tanto fervor, que ela ficara encantada, e nunca as esquecera. [...]


Depois daquela ocasião, o Senhor mandara pastores para lhes pregarem a verdade, e que agora havia um bom grupo de observadores do sábado. A influência daquele livrinho, agora gasto pelo muito manuseio, estendera-se de um para outro, efetuando sua obra silenciosa, até que o solo estava preparado para as sementes da verdade.


Lembro-me bem da longa viagem que fizemos vinte e dois anos atrás, em Michigan. Estávamos a caminho para realizar uma reunião em Vergennes. Achávamo-nos a uns vinte e quatro quilômetros de nosso destino. Nosso condutor havia passado por aquele caminho repetidamente, e estava bem familiarizado com ele, mas foi forçado a reconhecer que se perdera. [...]


Não podíamos compreender por que era permitido que assim andássemos errando pela mata. Nunca nos sentimos mais satisfeitos do que ao avistar uma pequena clareira onde havia uma casinha de madeira, na qual encontramos a mencionada irmã. Ela nos acolheu bondosamente em seu lar, e ofereceu-nos alimentação que foi recebida com gratidão. Enquanto descansávamos, falei com a família, e deixei-lhes o livrinho. Ela o aceitou de boa vontade, havendo-o conservado até o presente. (Ev, p. 448, 449).



Autora: Ellen G. White




14/09


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