quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A verdadeira felicidade



O meu dever nesta vida é este: obedecer aos Teus mandamentos. Salmo 119:56, NTLH


A felicidade deve ser buscada de maneira correta e na fonte correta. Pensam alguns poder encontrar a felicidade em um procedimento de condescendência com os prazeres pecaminosos e nas enganosas atrações mundanas. E alguns sacrificam as obrigações materiais e morais, julgando encontrar a felicidade, e perdem tanto esta vida como a vindoura. Outros buscarão a felicidade na condescendência de um apetite antinatural, e consideram a condescendência da gula mais desejável do que a saúde e a vida. Muitos se deixam acorrentar pelas paixões sensuais, e sacrificarão a força física, o intelecto e as faculdades morais na satisfação da luxúria. Levarão a si mesmos a uma sepultura prematura e, no juízo, serão considerados suicidas.


É essa a felicidade desejável que deve ser achada na senda da desobediência e da transgressão da lei física e moral? A vida de Cristo aponta a fonte verdadeira de felicidade bem como a maneira de atingi-la. Sua vida indica o único caminho direto para o Céu. Permita que a voz da sabedoria seja ouvida. Que ela mostre o caminho. [...]


As tentações estão por toda parte para seduzir os passos dos jovens para sua ruína. A triste deficiência na educação das crianças as deixa fracas e desprotegidas, vacilantes no caráter, fracas no intelecto e deficientes em força moral de modo que, longe de imitar a vida de Cristo, os jovens geralmente são como uma cana tremulando ao vento. Não possuem constituição física nem força moral, pois se rendem às tentações. Por meio de condescendências pecaminosas, mancham sua pureza e sua conduta é corrompida. São impacientes à restrição, e gabam-se de que se ao menos pudessem seguir sua própria vontade então seriam muito felizes. [...]


Se crianças e jovens [desejam] buscar seu mais elevado bem terrestre, devem buscá-lo no caminho da fiel obediência. Um organismo sadio, que é o maior prêmio terrestre, pode ser obtido unicamente através da renúncia do apetite contrário ao natural. Se quiserem ser verdadeiramente felizes, devem tratar de ser achados no posto do dever, fazendo o trabalho que lhes resultará em fidelidade, conformando o coração e a vida com o modelo perfeito (YI, abril de 1872).


Autora: Ellen G. White


20/07

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