sexta-feira, 5 de junho de 2009

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Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva. Deuteronômio 24:17


A Palavra de Deus não aprova nenhum plano que enriqueça uma classe pela opressão e o sofrimento de outra. Em todas as nossas transações comerciais, ela nos ensina a colocar-nos no lugar daqueles com quem estamos tratando, a considerar, não somente o que é nosso, mas também o que é dos outros. Aquele que se aproveitasse do infortúnio de um outro para se beneficiar a si mesmo, ou que buscasse para si lucros por meio da fraqueza ou incompetência de outros seria um transgressor, tanto dos princípios como dos preceitos da Palavra de Deus.


“Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva” (Dt 24:17). “Quando emprestares alguma coisa ao teu próximo, não entrarás em sua casa para lhe tirar o penhor. Fora estarás, e o homem, a quem emprestaste, te trará fora o penhor. Porém, se for homem pobre, te não deitarás com o seu penhor” (Dt 24:10-12). “Se tomares em penhor a veste do teu próximo, lho restituirás antes do pôr-do-sol, porque aquela é a sua cobertura; [...] em que se deitaria? Será, pois, que, quando clamar a Mim, Eu o ouvirei, porque sou misericordioso” (Êx 22:26, 27). “E, quando venderdes alguma coisa ao vosso próximo ou a comprardes da mão do vosso próximo, ninguém oprima a seu irmão” (Lv 25:14).


“Não cometereis injustiça no juízo, nem na vara, nem no peso, nem na medida” (Lv 19:35). “Na tua bolsa não terás diversos pesos, um grande e um pequeno. Na tua casa não terás duas sortes de efa, um grande e um pequeno” (Dt 25:13, 14). “Balanças justas, pedras justas, efa justo e justo him tereis” (Lv 19:36).


“Dá a quem te pedir e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes” (Mt 5:42). “O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo compadece-se e dá” (Sl 37:21). [...]


O plano de vida que Deus deu a Israel destinava-se a servir de lição objetiva para toda a humanidade. Se esses princípios fossem postos em prática hoje em dia, quão diverso seria o mundo! (CBV, p. 187, 188).


Autora: Ellen G. White


05/06

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