quarta-feira, 3 de junho de 2009

Integridade nos Negócios



Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas. Mateus 7:12


Aquele que sinceramente teme a Deus preferiria antes labutar dia e noite e comer o pão da pobreza, a condescender com a paixão do ganho que oprima a viúva e o órfão, ou prive o estrangeiro do seu direito. Nosso Salvador buscou gravar em Seus ouvintes o fato de que a pessoa que ousasse defraudar o próximo no menor ponto, enganaria, se a oportunidade fosse favorável, em questões maiores. O mais leve afastamento da retidão quebra as barreiras, e prepara o coração para injustiça maior. Por preceito e exemplo Cristo ensinou que integridade absoluta deve governar nossa conduta para com nossos semelhantes. Disse o Divino Mestre: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Mt 7:12).


Exatamente na medida que o homem se beneficia à custa de seu semelhante, seu coração se tornará endurecido à influência do Espírito de Deus. O ganho assim obtido é uma perda terrível. É melhor padecer necessidade do que mentir; melhor passar fome do que defraudar; melhor morrer do que pecar. Extravagância, excessos e extorsões estão corrompendo a fé de muitos, e destruindo sua espiritualidade. A igreja é em grande medida responsável pelos pecados dos seus membros. Ela encoraja o mal se deixa de levantar a voz contra isso. A influência mais temida pela igreja não é a dos francos opositores, dos infiéis e blasfemos, mas a dos incoerentes professos seguidores de Cristo. Há aqueles que afastam de Israel as bênçãos de Deus. [...]


O mundo dos negócios não está fora dos limites do governo de Deus. O cristianismo não deve ser meramente mostrado no sábado e exibido no santuário; é para todos os dias da semana e todos os lugares. Seus reclamos devem ser reconhecidos e obedecidos em cada ato da vida. Homens possuindo o genuíno artigo da verdadeira religião revelarão em todas as suas transações comerciais tão clara percepção do direito como quando oferecem suas súplicas diante do trono da graça (SW, 10/5/1904).



Autora: Ellen G. White



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