domingo, 24 de maio de 2009

A Confiabilidade da Palavra



As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei. Deuteronômio 29:29


Tem sido a obra especial de Satanás levar o homem caído a rebelar-se contra o governo de Deus, e tem tido muito sucesso em seus esforços. Ele tem procurado obscurecer a lei de Deus, a qual, em si, é bem clara. Tem manifestado especial aversão ao quarto preceito do Decálogo, porque este define o Deus vivo, o Criador dos céus e da Terra. Há um desvio dos mais claros preceitos de Jeová, para a aceitação de fábulas de ateus.


O homem ficará sem desculpa. Deus lhe deu suficientes evidências em que basear a fé, se quiser crer. Nos últimos dias a Terra quase estará destituída de verdadeira fé. Pelo mais insignificante pretexto, a Palavra de Deus será considerada indigna de confiança, ao passo que se aceitarão os argumentos humanos, embora estejam em oposição aos claros fatos das Escrituras. Homens procurarão explicar a obra da criação, que Deus nunca revelou, pelas causas naturais. Mas a ciência humana não pode descobrir com mais facilidade os segredos do Deus do Céu. [...]


Seres humanos professando serem ministros de Deus erguem a voz contra a investigação da profecia, e dizem às pessoas que as profecias, especialmente as de Daniel e Apocalipse, são obscuras e que não podemos entendê-las; contudo estas mesmas pessoas recebem avidamente as suposições dos geólogos, em contradição com o registro mosaico. Mas se aquilo que Deus revelou é tão difícil de entender, quão incoerente é aceitar meras suposições com relação àquilo que Ele não revelou! Os caminhos de Deus não são como os nossos caminhos, nem os Seus pensamentos como os nossos pensamentos. [...] Mas os homens, com o seu vão raciocínio, fazem mau uso dessas coisas que, de acordo com o desígnio de Deus, deviam levá-los a exaltá-Lo. Caem no mesmo erro do povo antediluviano – as coisas que Deus lhes deu para bênção tornaram-se maldição, pelo mau uso delas (ST, 20/3/1879).


Autora: Ellen G. White


24/05

Um comentário:

  1. O maior pecado é a nossa omissão. O nosso comodismo. Não vivemos de acordo com os ensinos do Mestre por puro comodismo.

    Nos acomodamos e não falamos o que deve ser dito. Não damos o exemplo. Não somos sal da terra e luz do mundo.

    Vamos nos empenhar de corpo e alma na obra que Jesus nos delegou. Ir por todo o mundo pregando o evagelho. E que forma melhor de pregar do que a nossa vida, nosso testemunho, nosso exemplo?

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