terça-feira, 28 de abril de 2009

Entendendo a Palavra de Deus



O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia. Provérbios 15:14


Ninguém pode examinar o Antigo e o Novo Testamentos no espírito de Cristo sem ser recompensado. “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados”, diz o Salvador, “e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo [de obediência] e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt 11:28-30). O convite do grande Mestre lhe é feito. Você o atenderá prontamente? Não poderá se aproximar, colocar-se como discípulo aos pés de Cristo, sem ter a mente iluminada e o coração acelerado com uma admiração pura e santa. Você então dirá: “Bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mc 11:9).


A desobediência tem cerrado a porta a uma grande soma de conhecimentos que podiam ser obtidos das Escrituras. Compreensão significa obediência aos mandamentos de Deus. Se os homens tivessem sido obedientes, teriam compreendido o plano do governo divino. O mundo celeste teria aberto à exploração suas câmaras de graça e glória. Na forma, na linguagem, no cântico, os seres humanos teriam sido inteiramente superiores ao que hoje são; porque, explorando as minas da verdade, os homens seriam enobrecidos. O mistério da salvação, a encarnação de Cristo, Seu sacrifício expiatório não seriam, como o são agora, noções vagas em nossa mente. Não somente seriam mais bem compreendidos, como infinitamente mais apreciados.


Na eternidade aprenderemos aquilo que, se houvéssemos recebido a iluminação que nos era possível obter aqui, teria aberto nosso entendimento. Os temas da redenção ocuparão o coração, mente e língua dos redimidos ao longo das eras eternas, ao ser-nos reveladas novas explanações, as quais Cristo ansiou abrir a Seus discípulos, mas eles não tiveram fé para esquadrinhar e compreender. Para sempre e sempre surgirão novas visões da perfeição e glória de Cristo (RH, 3/7/1900).


Autora: Ellen G. White


Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html


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