quinta-feira, 12 de março de 2009

Nosso Advogado Divino




Nosso Advogado Divino

Por isso, festejai, ó Céus, e vós, os que neles habitais. Ai da Terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta. Apocalipse 12:12

Os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus sentirão a ira do dragão e seus seguidores. Satanás conta o mundo como súdito seu, ele adquiriu domínio sobre as igrejas apóstatas; mas ali está um pequeno grupo que resiste à sua supremacia. Caso pudesse desarraigá-los da Terra, seu triunfo seria completo. Como ele influenciou as nações pagãs para destruir Israel, assim, num futuro próximo, há de incitar os ímpios poderes da Terra para destruir o povo de Deus. De todos será exigido que prestem obediência a leis humanas em violação à lei divina. Os que forem fiéis a Deus e ao dever serão ameaçados, denunciados e banidos. Serão traídos “até pelos pais, irmãos, parentes e amigos” (Lc 21:16).


Sua única esperança está na misericórdia de Deus, sua única defesa será a oração. Como Josué pleiteou diante do Anjo, assim a igreja remanescente, com coração quebrantado e fervorosa fé, pleiteará o perdão e livramento por meio de Jesus, seu Advogado. Acham-se plenamente cônscios da pecaminosidade de sua vida, vêem sua fraqueza e indignidade, e ao olharem a si mesmos, ficam a ponto de desesperar.


O tentador está ao seu lado para acusá-los, como esteve ao lado de Josué, para lhe resistir. Aponta para suas vestes imundas, seu caráter defeituoso. Apresenta sua fraqueza e descaminhos, seus pecados de ingratidão, sua dessemelhança de Cristo, a qual desonrou seu Redentor. Esforça-se para assustar a pessoa com o pensamento de que seu caso não tem esperança, que a mancha de seu pecado jamais será lavada. Assim, espera destruir sua fé, para que ceda a suas tentações, desista de sua aliança com Deus e receba o sinal da besta. [...]


Embora os seguidores de Cristo tenham pecado, não se entregaram ao domínio do mal. Abandonaram os pecados e buscaram o Senhor com humildade e contrição, e o Divino Advogado pleiteia em seu favor. Aquele que mais maltratado foi por sua ingratidão, que conhece os seus pecados e também seu arrependimento, declara: “‘O Senhor te repreenda, ó Satanás.’ Eu dei a vida por essas criaturas. Acham-se gravadas nas palmas das Minhas mãos” (T5, p. 472-474).


Autora>: Ellen G. White

Extraído de:  http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html



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