quinta-feira, 26 de março de 2009

Cada Pessoa Tem um Dom



Cada Pessoa Tem um Dom

Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. Eclesiastes 9:10


A parábola dos talentos deve ser objeto do estudo mais cuidadoso e devoto; pois tem aplicação pessoal e individual a todo homem, mulher e criança com capacidade de raciocinar. Sua obrigação e responsabilidade estão em proporção aos talentos que Deus lhes concedeu. Não há seguidor de Cristo que não tenha algum dom particular, de cujo uso ele é responsável diante de Deus.


Muitos usam como desculpa para não dedicar seu dom ao serviço de Cristo, o fato de outros terem dons e vantagens superiores. Tem prevalecido a opinião de que só aqueles que são especialmente talentosos precisam consagrar suas aptidões ao serviço de Deus. Chega-se a pensar que os talentos são concedidos apenas a certa classe favorecida, com exclusão de outros a quem, é claro, não se exige que participem das labutas ou recompensas.


Mas não é assim que isso é representado na parábola. Quando o senhor da casa chamou seus servos, deu a cada um a sua obra. Toda a família de Deus é incluída na responsabilidade de usar os bens de seu Senhor. Todo indivíduo, desde o mais humilde e desconhecido até o maior e mais exaltado, é um agente moral dotado de aptidões pelas quais é responsável a Deus. Em maior ou menor grau, a todos são confiados os talentos de seu Senhor. A capacidade espiritual, mental e física, a influência, posição, posses, afeições, simpatias, são todos preciosos talentos a serem usados na causa do Mestre, para a salvação de pessoas pelas quais Cristo morreu. [...]


Deus requer que todos sejam obreiros em Sua vinha. Devemos nos empenhar na obra de que fomos incumbidos, e fazê-la fielmente. “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma” (Ec 9:10) (RH, 1º/5/1888).


Autora; Ellen G. White


Texto extraído de:   http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2009/frmd2009.html


18/03)

Um comentário:

  1. é claro que nem sempre é fácil descobrirmos nosso verdadeiro talento, mas a melhor forma é realmente esperar em Deus e dar tempo ao tempos para descobrirmos nossa verdadeira vocação, algo em que sejamos realmente bons.! obrigado.

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